quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Audiodescrição

A audiodescrição permite que as pessoas com deficiência visual participem em igualdade de oportunidades, com acesso pleno a todas as informações necessárias para o entendimento dos diferentes tipos de espetáculos, obras, eventos e produtos audiovisuais. É, dessa forma, um instrumento de inclusão social, cultural e escolar. As pessoas que assistem pela primeira vez a um espetáculo ou produto com audiodescrição encantam-se e percebem o quanto perdem de detalhes, informações visuais que são essenciais para a apreciação da obra. A audiodescrição abre janelas para o mundo, ampliando o conhecimento sobre as coisas do mundo. Com o recurso, esse público, que tem sido historicamente e culturalmente excluído das artes visuais, poderá aprender ou reaprender a apreciar este tipo de arte, e a consumir produtos culturais.
Segundo Motta a audiodescrição é um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais, gravados ou ao vivo, como: peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas, desfiles e espetáculos de dança; eventos turísticos, esportivos, pedagógicos e científicos tais como aulas, seminários, congressos, palestras, feiras e outros, por meio de informação sonora.
A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em diversos tipos de espetáculos e produtos audiovisuais por meio de informação sonora. É a arte de transformar imagens em palavras, o que abre muitas janelas para o mundo para as pessoas com deficiência visual, promovendo o acesso à informação, à cultura e ao entretenimento. Os benefícios estendem-se também para as pessoas com deficiência intelectual, idosos, pessoas com dislexia, déficit de atenção. 
Com este recurso, é possível conhecer o ambiente, cenários, figurinos, expressões faciais, linguagem corporal, entrada e saída de personagens em cena, movimentação de câmera, bem como outros tipos de ação e detalhes que serão importantes para que as pessoas com deficiência visual construam o seu entendimento e interpretem aquilo que assistem. 






domingo, 20 de outubro de 2013

Atividades com Alfabeto Móvel para Deficiente Intelectual

Alfabeto Móvel

Sabemos que os jogos são importantes recursos didáticos para a aprendizagem, uma vez que o “brincar” faz parte das atividades que os alunos realizam fora da escola, desde muito cedo. Na alfabetização, os jogos são poderosos aliados para que os alunos. Ao utilizar o jogo, os alunos mobilizam saberes acerca da lógica de funcionamento da escrita, consolidando aprendizagens já realizadas ou se apropriando de novos conhecimentos nessa área.
            O alfabeto móvel possibilita ao professor fazer inúmeras intervenções de acordo com a necessidade de cada aluno. Permite que a criança realize atividades para identificar, nomear e ordenar letras formando palavras.
            Deve ter como objetivo fazer com que as crianças visualizem as letras e, ao manipulá-las, familiarizem-se com o formato delas. Esse contato ajuda na sistematização e assimilação da escrita durante a primeira fase da alfabetização.
            Durante a seleção dessas atividades, dê preferência as que façam a criançada tomar contato com todas as letras, palavras e textos simultaneamente. No início, apresente e introduza alfabetos móveis - tanto maiúsculos quanto minúsculos - para que as crianças possam manipulá-los e, dessa maneira, tomar contato com o formato de cada uma das letras.
 Aos poucos, estimule-as a formar palavras com os alfabetos, para que memorizem de forma global as que lhes são mais significativas (seu nome, nome dos colegas, professora, pais etc.). Ainda durante a atividade, faça as correções necessárias e, então, aproveite a ocasião para propor a composição de palavras mais complexas, para exercitar o raciocínio infantil em relação à escrita.

JOGO DA COBRINHA SABIDA

 A finalidade desse jogo é fazer com que os alunos explorem o alfabeto e memorizem a sequência alfabética.
a)     Providencie o desenho de uma cobrinha juntamente com todas as letras do alfabeto e coloque dentro de um saquinho.

b)     Sem olhar, cada jogador pega uma peça no saco. Depois, começa tudo de novo. Cada um pega mais uma peça, até que todos tenham cinco peças na mão.
c)     A letra A não vai ser de ninguém. Se alguém tirá-la, deve colocá-la na cabeça da cobra e pegar outra peça.
d)   Com uma parlenda ou uma dinâmica ou um sorteio, decidam quem vai começar o jogo. Estabeleça também qual vai ser a ordem das jogadas, ou seja, se elas serão no sentido horário ou no anti-horário.
e)    O jogador que iniciar a partida deve colocar uma letra na cobrinha, respeitando a ordem alfabética, do começo para o fim, ou do fim para o começo. Portanto, ele deverá colocar na cobrinha ou a letra B ou a letra Z.
f)     Não é permitido colocar peça fora da sequência. Quando o jogador não tiver a peça, ele deverá passar a vez a outro.
g)    Ganha o jogo, quem encaixar primeiro todas as letras. 

BRINCANDO COM AS PALAVRAS


Material: Envelopes com figuras de revistas ou de cartilhas velhas coladas na frente, fichas com as letras e as sílabas que formam o nome desta figura dentro.


Finalidade: Formar o nome das figuras das duas maneiras, letra por letra e por sílabas.

Regras: 

·         Distribuir os envelopes entre as crianças, podendo usar o critério da cor dos envelopes ou não.
·         Cada grupo deverá montar os nomes das figuras dos envelopes das duas formas existentes nos envelopes.
·         Depois de concluídas as montagens, cada grupo deverá fazer mímicas de cada palavra para que os outros grupos descubram as palavras formadas.

CARTELAS DE PALAVRAS



Componentes: cartelas com figuras e quadrinhos vazios correspondentes a quantidade de letras do nome da figura, pote várias letras.

Finalidade: Formar os nomes das figuras.

Regras:
- Distribuir as cartelas entre os alunos;
- Cada aluno deverá preencher os quadrinhos formando o nome da figura, pedindo ajuda dos colegas do grupo quando for necessário;
- O grupo que completar todas as cartelas primeiro será o vencedor.


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Desistir... jamais!!!


Tecnologia Assistiva


Existem duas novas realidades que assumem uma relevância crescente na sociedade contemporânea: tanto o avanço acelerado das tecnologias, quanto a expansão de uma cosmovisão inclusiva, que aponta para a valorização da diversidade humana e para a superação de todos os mecanismos de exclusão social. Em meio a essas transformações, emerge a chamada Tecnologia Assistiva, uma área do conhecimento e de pesquisa que tem se revelado como um importante horizonte de novas possibilidades para autonomia e inclusão social da pessoa com deficiência. 
Para a pessoa com deficiência, a tecnologia assistiva  é fundamental pois possibilita o exercício pleno da cidadania e o acesso a outros direitos básicos como aprender, comunicar-se, trabalhar, divertir-se, etc.

Tesoura mola

Tesoura Mola posiciona e facilita o manuseio de criança com dificuldades motoras.
Para treino de corte e recorte de papel, o efeito mola facilita a abertura da tesoura com pouco uso de força. Facilita a coordenação e o aprendizado – uma vez que a tesoura praticamente mantém-se aberta , sendo que pode ser usada por pessoas que tenham fraqueza muscular.
- Tesoura sem ponta
- Adaptação com mola

- Formato em arco revestido com cabo plástico, lâmina de aço inox e tubo emborrachado. 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

As atribuições do Professor no Atendimento Educacional Especializado

A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza os recursos e serviços e orienta quanto a sua utilização no processo de ensino e aprendizagem nas turmas comuns do ensino regular.
O atendimento educacional especializado - AEE tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas.
Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.
O AEE deve se articular com a proposta da escola comum, embora suas atividades se diferenciem das realizadas em salas de aula de ensino comum, este atendimento não é um reforço escolar.
         O professor do AEE tem como função identificar, elaborar e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos. Ele elaborar e executa o plano de atendimento educacional especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade, bem como, organiza o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncional.
         Procura estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na disponibilização de recursos de acessibilidade, orienta professores e famílias quanto ao trabalho que deve ser realizado com o aluno.
O AEE é realizado, prioritariamente, na Sala de Recursos Multifuncionais da própria escola ou em outra escola de ensino regular, no turno inverso da escolarização, podendo ser realizado, também, em centro de atendimento educacional especializado público ou privado sem fins lucrativos, conveniado com a Secretaria de Educação.
Para atuação no AEE, o professor deve ter formação inicial que o habilite para o exercício da docência e formação específica na educação especial, inicial ou continuada.
O professor do AEE investiga os possíveis problemas que possam estar limitando a aprendizagem do aluno.
Orienta-se pelo estudo de caso, que deve ser efetivado pelo professor de AEE, visando o desenvolvimento de um plano de Atendimento Educacional Especializado.
Em seu trabalho, o professor do AEE fará a avaliação pedagógica do aluno para estabelecer as estratégias e os recursos mais apropriados para
o caso. Um aspecto importante a ser considerado na avaliação do professor e que vai além das questões relativas à aprendizagem, é a história familiar e escolar do aluno. É necessário que o professor colete dados sobre a vida desse aluno através de entrevistas familiares, buscando o máximo de informações sobre ele, enfatizando os progressos escolares, seus relacionamentos na esfera social e sua circulação na dinâmica familiar. 
O trabalho do professor dependerá da necessidade de seu aluno. Também é importante o investimento que deve haver tanto do professor do AEE quanto do professor do ensino regular, apostando que todos aprendemos, independentemente das incapacidades que possamos supostamente possuir.

O Professor deverá ter um plano de AEE para a identificação das necessidades educacionais especiais do aluno e para a definição dos recursos e atividades que serão desenvolvidas tendo em vista as suas especificidades. 
O professor também deverá avaliar periodicamente o seu Plano de AEE em função
dos objetivos que definiu para o seu aluno no AEE em parceria com o professor do ensino comum, para verificar sua evolução nos diferentes aspectos trabalhados.
Mara Regina Vodonis Avosani

sábado, 8 de junho de 2013

Documentário da Educação Especial


Recomendo que assistam este Documentário da Educação Especial que trata sobre a Inclusão. Vale a pena conferir!

sábado, 25 de maio de 2013

Educação Inclusiva


"O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado". Rubem Alves

Educação Inclusiva.wmv - Youtube  
www.youtube.com -